quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Depois Daquele Beijo



 
(Blow-Up - 111 min. - Inglaterra, Itália - 1966)

Michelangelo Antonioni - Direção / Roteiro 
Carlo Ponti - Produção  
Edward Bond, Tonino Guerra - Roteiro  
Carlo Di Palma - Fotografia 
Herbie Hancock, The Yardbirds - Trilha Sonora 
Frank Clarke - Edição 
Assheton Gorton - Desenho de Produção / Cenografia 
Pierre Rouve - Produção Executiva 
Jocelyn Rickards - Figurino 
Paul Rabiger - Maquiagem 
Donald Toms - Gerência de Produção 

Elenco
David Hemmings, Vanessa Redgrave, Sarah Miles, Peter Bowles, John Castle, Jane Birkin, Gillian Hills, Peggy Moffitt, Ann Norman, Jimmy Page, Veruschka, Ronan O'Casey

Sinopse
O fotógrafo profissional Thomas não viu nada - e viu tudo. Ampliações de fotos que ele tirou secretamente de um casal no parque revelam um assassinato em progresso. Revelam mesmo? Ganhador dos prêmios de Melhor Filme e Diretor em 1966 pela National Society of Film Critics, Depois Daquele Beijo de Michelangelo Antonioni é um influente e estiloso estudo sobre a paranóia e a desorientação. É também uma cápsula do tempo para Londres, mostrando o que era moda na época, como o amor livre, as festas intermináveis, a música (Herbie Hancock escreveu a trilha e The Yardbirds tocam em um clube) e os ritmos. David Hemmings interpreta o fotógrafo cansado estimulado pelo mistério de suas fotografias. Vanessa Redgrave é a mulher evasiva mostrada nas fotos. Mas cabe a você resolver o que há de verdade naquilo que você vê, naquilo que você não vê e aquilo que só a câmera consegue enxergar. 


Palma de Ouro no Festival de Cannes. Indicado ao Oscar® de melhor roteiro e diretor 



Dia 12 às 15hs é a primeira reunião de agosto com este filme

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Michelangelo Antonioni




Nasceu em Ferrara, Emilia-Romagna, Itália em 29 de Setembro de 1912. Viveu até 30 de Julho de 2007

Filmografia

2004 - Eros (Eros)
2004 - Lo sguardo di Michelangelo (curta-metragem)
2001 - Il filo pericoloso delle cose
1995 - Além das nuvens (Al di là delle nuvole)
1993 - Noto, Mandorli, Vulcano, Stromboli, Carnevale
1989 - 12 registri per 12 città
1989 - Kumbha Mela
1982 - Identificação de uma mulher (Identificazione di una donna)
1981 - O mistério de Oberwald (Il mistero di Oberwald)
1975 - Passageiro - Profissão: repórter (Professione: reporter)
1972 - China (Chung Kuo - Cina)
1970 - Zabriskie Point (Zabriskie Point)
1966 - Blow-up - Depois daquele beijo (Blow-up)
1965 - As três faces de uma mulher (I tre volti)
1964 - Deserto vermelho (Il deserto rosso)
1962 - O eclipse (L'eclisse)
1961 - A noite (La notte)
1960 - A aventura (L'avventura)
1957 - Il grido
1955 - As amigas (Le amiche)
1953 - Amores na cidade (L'amore in città)
1953 - Os vencidos (I vinti)
1953 - A dama sem camélias (La signora senza camelie)
1950 - La funivia del faloria
1950 - La villa dei mostri
1950 - Crimes d'alma (Cronaca di un amore)
1949 - L'amorosa menzogna
1949 - Bomarzo
1949 - Regazze in bianco
1949 - Sette canne, un vestito
1949 - Superstizione
1948 - Nettezza urbana
1948 - Oltre l'oblio
1948 - Roma-Montevideo
1943 - Gente del Po

Prêmios
- Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor, por "Blow-up - Depois Daquele Beijo" (1966).
- Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original, por "Blow-up - Depois Daquele Beijo" (1966).
- Ganhou um Oscar honorário em 1995, em reconhecimento à sua carreira no cinema.
- Recebeu uma indicação ao BAFTA de Melhor Filme, por "A Aventura" (1960).
- Recebeu uma indicação ao BAFTA de Melhor Filme Britânico, por "Blow-up - Depois Daquele Beijo" (1966).
- Ganhou um prêmio especial em 1993 no European Film Awards, em reconhecimento à sua carreira no cinema.
- Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Europeu, por "Passageiro - Profissão: Repórter" (1975).
- Ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, por "Blow-up - Depois Daquele Beijo" (1966).
- Ganhou 2 vezes o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, por "A Aventura" (1960) e "O Eclipse" (1962).
- Ganhou o Prêmio do 35º Aniversário no Festival de Cannes, por "Identificação de uma Mulher" (1982).
- Ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim, por "A Noite" (1961). - Ganhou o Prêmio FIPRESCI em 1961, no Festival de Berlim, em reconhecimento à sua carreira no cinema.
- Ganhou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, por "Deserto Vermelho" (1964).
- Ganhou o Leão de Prata no Festival de Veneza, por "As Amigas" (1955).
- Ganhou 2 vezes o Prêmio FIPRESCI no Festival de Veneza, por "Deserto Vermelho" (1964) e "Além das Nuvens" (1995).
- Ganhou um Leão de Ouro honorário no Festival de Veneza, em 1983.
- Ganhou o Grand Prix Especial das Américas, no Festival de Montreal, em 1995.
- Ganhou o Prêmio FIPRESCI de Curta-Metragem no Festival de Valladolid, por "Lo Sguardo di Michelangelo" (2004).

Curiosidades

- Em 1985 sofreu um derrame, que deixou parte de seu corpo paralizado e o impossibilita de falar.
- O Oscar que ganhou foi roubado de sua casa, em dezembro de 1996.


Os filmes destacados serão os usados nas duas reuniões de agosto.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Julho

Estamos com as atividades em férias. Folgados, não !
Mas voltamos em Agosto com duas reuniões.
Nosso tema será Michelangelo Antonioni

terça-feira, 23 de junho de 2009

A Cicatriz




A Cicatriz (Blizna - polonia,1976, 102 min)

Direção: Krzysztof Kieslowski

Atores
Franciszek Pieczka
Mariusz Dmochowski
Jerzy Sztur
Michal Tarkowski
Agnieszka Holland
Stanislaw Igar
Stanislaw Michalski
Jerzy Stuhr


Sinopse
Em 1970, um grande complexo químico está para ser instalado numa pequena cidade polonesa. A burocracia do socialismo decide o local da construção. A pessoa escolhida para tocar a obra é Bednarz, que já viveu no local onde a sua mulher foi uma ativista política. Ele não tem boas memórias desse tempo e está relutante em voltar a cidade. Bednarz é um homem forte, firme e honesto e está convencido de que sua energia e determinação serão suficientes para dirigir o projeto sem compromissos, e com a certeza de que aquele será um lugar onde as pessoas possam viver e trabalhar com felicidade. Entretanto, as coisas não evoluem como ele gostaria. Ninguém encara os fatos com a sua visão do futuro.

sábado, 13 de junho de 2009

A Fraternidade É Vermelha



(Trois Couleurs: Rouge - 99 min. - França - 1994)

Direção: Krzysztof Kieslowski
Roteiro: Krzysztof Kieslowski e Krzysztof Piesiewicz
Produção: Marin Karmitz
Música: Bertrand Lenclos
Direção de Fotografia: Piotr Sobocinski
Desenho de Produção: Claude Lenoir
Figurino: Corinne Jorry
Edição: Jacques Witta
Efeitos Especiais: Ercidan

Elenco
Irène Jacob (Valentine)
Jean-Louis Trintignant (Juiz)
Frédérique Feder (Karin)
Jean-Pierre Lorit (Auguste)
Samuel Le Bihen (Fotógrafo)
Marion Stalens (Veterinário)
Teco Celio (Barman)
Jean Schlegel (Vizinho)
Juliette Binoche (Julie)
Zbigniew Zamachowski (Karol Karol)
Benoít Régent (Olivier)
Julie Delpy

Sinopse
Uma modelo (Irène Jacob) atropela o cão de um juiz aposentado (Jean-Louis Trintignant), que tem o estranho hábito de ouvir as conversas telefônicas de outras pessoas. Este fato será o ponto de partida para uma singular amizade.

Premiações
- Recebeu 3 indicações ao Oscar: Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original e Melhor Fotografia.
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o César de Melhor Canção, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Diretor.
- Ganhou o Independent Spirit Award de Melhor Filme Estrangeiro.

Curiosidades
- A Fraternidade É Vermelha é o terceiro filme da trilogia Kielowski, dedicada às cores e aos ideais da Revolução Francesa. Os demais filmes foram A Liberdade É Azul (1993) e A Igualdade É Branca (1994).



Êste é o filme da nossa primeira reunião de junho. Não esqueça :
dia 17 - quarta-feira às 14:30hs